Mãe de gêmeos prematuros compartilha felicidade com atendimento realizado na Maternidade de Alta Complexidade do Maranhão

20 de Março de 2018

Atendimento humanizado surpreendeu Samylla Costa; bebês permanecem sob os cuidados da equipe na UTI neonatal

“Quando soube da minha gravidez e comecei o pré-natal na Maternidade de Alta Complexidade do Maranhão, tudo estava muito tranquilo até descobrir que estava esperando gêmeos. Fiz consultas e exames dentro do tempo normal, mas quando completei sete meses, a ultrassonografia mostrou que um dos bebês estava em sofrimento. Então, o parto cesariano foi agendado para o dia seguinte, 20 de fevereiro. Os bebês nasceram prematuros, com baixo peso e estão completando um mês na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal. Eles já apresentaram evolução e estão sendo muito bem atendidos.” Esse foi um dos depoimentos oferecidos por Samylla Costa, de 28 anos, mãe do Luan e Lucca, dias depois de publicar nas suas redes sociais e enviar para o site do Acqua palavras emocionadas e de agradecimento pelo acolhimento da Maternidade de Alta Complexidade do Maranhão (antiga Marly Sarney), com gestão compartilhada entre o Instituto Acqua e a Secretaria de Estado da Saúde (SES).

O atendimento humanizado da unidade está sendo vivenciado por Samylla Costa, do pré-natal ao pós-parto, enquanto acompanha o ganho de peso de Luan e Lucca na UTI Neonatal. “Não sou, mas estou mãe de UTI. Nossos nenéns precisaram ficar internados na UTI Neonatal da maternidade. O cuidado e carinho que cada profissional carrega naquela UTI faz com que a gente passe por esse momento muito mais confiante. Saber que tem alguém olhando nossos pequeninos a todo momento, que eles têm fraldinha trocada quando precisam, leitinho na hora certa, medicamentos, exames e monitoramento 24 horas por dia, não tem preço”, ressaltou Samylla, em suas redes sociais.

Diariamente, a Maternidade de Alta Complexidade do Maranhão realiza, em média, 13 partos e, atualmente, acompanha 1350 gestantes no pré-natal. Estas, de um modo geral, vivenciam os mecanismos de acolhimento da equipe, no decorrer dos nove meses de gravidez e parte do pós-parto.

“A satisfação da mãe é mais uma evidência de que estamos no caminho certo. O perfil de alta complexidade da maternidade é determinante para a humanização. É nosso papel zelar, respeitar e apoiar todos os nossos pacientes, sejam gestantes, parturientes ou recém-nascidos. Ficamos muito felizes por fazer parte de um momento tão importante na vida das famílias. Isso nos motiva a atuar sempre em busca da excelência”, afirmou a enfermeira obstetra e coordenadora de enfermagem do Instituto Acqua no Maranhão, Analamacia Brito.

“Não há como retribuir todas essas pessoas, mas quero que saibam que estão em nossas orações todos os dias”, concluiu Samylla Costa. Lucca e Luan completaram um mês de vida no dia 20 de março e seguem na UTI para ganho de peso para depois irem para casa receber o acolhimento de toda a família.

Maternidade – Localizada no bairro da Cohab, em São Luís (MA), a Maternidade de Alta Complexidade do Maranhão possui 172 leitos e é referência na realização de partos de alto risco, com atendimentos que incluem obstetrícia, pediatria, clínica e UTI pediátrica e neonatal, além de oferecer o método Mãe Canguru como alternativa ao cuidado neonatal convencional para recém-nascidos de baixo peso.

 

Leia a mensagem de Samylla Costa compartilhada nas redes sociais e enviada para o site do Instituto Acqua:

“Sou mãe de UTI! Sou não... Estou mãe de UTI.

Nossos nenéns nasceram em 20/02/18, na Maternidade de Alta Complexidade do Maranhão, com 7 meses de gestação, baixo peso e precisaram ficar internados na UTI Neonatal de lá. E não poderiam estar em um lugar melhor. O cuidado e o carinho que cada profissional carrega naquela UTI faz com que a gente passe por esse momento muito mais confiante. Saber que tem alguém olhando os nossos pequeninos a todo momento, que eles têm fraldinha trocada quando precisam, leitinho na hora certa, medicamentos, exames e monitoramento 24h por dia, não tem preço.

Queremos agradecer infinitamente cada enfermeira, cada técnico, cada fisioterapeuta, cada assistente social, cada psicólogo, cada fonoaudiólogo, cada médico, cada recepcionista, cada zelador, cada guarda e tantos outros profissionais por todo esse momento. Não há como retribuir todas essas pessoas, mas quero que saibam que estão em nossas orações todos os dias.”