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Mãe de criança nascida na maternidade do Hospital Regional de Ponta Porã (MS) elogia parto humanizado

06/06/2019

Mirna Soraya, 34 anos, teve auxílio de doula, enfermeiras obstétricas e do marido no momento do parto; métodos para alívio da dor tornaram a experiência confortável

O parto normal humanizado era um sonho distante para a confeiteira Mirna Soraya Caffarena, 34 anos, que já havia passado por um procedimento traumático. Ela relata a experiência positiva que teve em (16/05) durante nascimento do filho, Luís Carlos Crespo de Matos, na maternidade do Hospital Regional Dr. José de Simone Netto, em Ponta Porã (MS). “Jamais imaginei que teria um parto tão respeitoso e humanizado. Pari com auxílio da banqueta vertical, sentada e acompanhada pelo meu marido e doula, além das enfermeiras obstétricas. Recebi todo apoio da equipe, massagens, banhos quentes e exercícios que me ajudaram na dilatação. Foi uma experiência maravilhosa”, lembra emocionada.

A unidade é gerenciada pelo Instituto Acqua em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), e estimula os partos normais e práticas humanizadas. A estrutura da maternidade conta com três salas de PPP (pré-parto, parto e pós-parto), todas equipadas com bolas de pilates, duchas de água quente, som ambiente e aparelhos modernos para monitoramento do parto.

Mirna teve acompanhamento de doula desde o início da gestação e chegou à maternidade com 8cm de dilatação. “Meu parto foi muito rápido, cheguei ao meio dia e pari às 14 horas. Os métodos de alívio da dor foram incríveis, eu pude ficar do jeito mais confortável”, disse.

A maternidade do Hospital Regional de Ponta Porã é conveniada ao projeto Rede Cegonha e segue todos os protocolos e diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Saúde, inclusive incentiva a presença de um acompanhante de livre escolha da mulher e de doula durante o parto. Igor Jorge, 31 anos, está em processo de formação de doula, profissional que dá suporte físico e emocional à mulher durante o pré-parto, parto e pós-parto. Ele acompanhou o parto de Mirna desde o início da gestação e elogiou a maternidade. “Me surpreendi ao acompanhar esse parto no Hospital Regional de Ponta Porã. A maternidade segue todos os protocolos e incentiva que a mulher tenha liberdade de escolha na hora do parto. A equipe segue os protocolos de humanização, como métodos de alívio de dor não-farmacológicos, clampeamento do cordão tardio, hora ouro e, principalmente, incentiva a presença de doula no parto. Essas práticas proporcionam segurança para a gestante”, afirma.

No período de 29 de março a 29 de maio deste ano foram realizados 134 partos normais. A Coordenadora da maternidade, Dyolla Grance, ressaltou a importância do programa Rede Cegonha para aumentar o número de partos normais. “A iniciativa propõe melhoria do atendimento às mulheres durante a gravidez, parto e o pós-parto, também ao recém-nascido e às crianças até dois anos de idade. Para tornar isso possível, promovemos uma experiência positiva para a mulher, tudo é feito buscando respeitar a mãe e o bebê. A inserção do enfermeiro obstetra contribuiu para efetivar a humanização do parto, hoje temos nove enfermeiros obstetras habilitados a conduzirem partos de baixo risco”, explicou.

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